A sensação de ter cada vez menos dinheiro é mesmo apenas uma sensação?


Todos nós, em maior ou menor grau, temos nos sentido mais pobres ultimamente.

Apesar de continuarmos a receber o mesmo salário e de mantermos o mesmo padrão de renda, as idas ao supermercado tem nos custado mais dinheiro, a cervejinha e o cinema do final de semana parecem não caber mais no orçamento, encher o tanque do carro e manter as contas em dia tornou-se um pesadelo.


Infelizmente isso não é apenas uma sensação. Estamos de fato ficando mais pobres.


Apesar dos esforços para se conter a inflação (os números oficiais falam em 8,9% nos últimos doze meses) os ajustes de preços dos produtos e serviços constantes vem diminuindo consideravelmente o nosso poder de compra.


Esse empobrecimento acontece não só por questões internas que bem conhecemos como o descontrole dos gastos do governo, a perda de atratividade que os escândalos provocam junto aos nossos parceiros comerciais trazendo queda de produtividade ou a estagnação de diversos setores contraindo nossa economia, a falta de apoio político para a implementação dos ajustes, como também as questões externas como o enfraquecimento da economia Chinesa que afetam os preços de alguns dos nossos principais produtos de exportação, o dólar mais alto encarece os produtos importados que nossos fabricantes precisam para produzir os bens e produtos que consumimos internamente, crises como a da Grécia que obrigam os países desenvolvidos a socorrer economias em dificuldades, deixando de lado os demais países emergentes.


Este cenário não deve mudar no curto prazo. Os resultados que as medidas de ajuste e implementação de estímulos econômicos, levam tempo para aparecer o que nos leva a seguinte conclusão:


O atual modelo de crescimento econômico baseado no aumento do consumo via endividamento das famílias sem a contrapartida no aumento da produtividade, está esgotado e, como sociedade, precisamos rever esse modelo e exigir dos nossos representantes políticos uma mudança na condução dos rumos do nosso país. Enquanto isso não acontece, nos cabe fazer genericamente as seguintes considerações:


Para aqueles que ainda possuem reservas financeiras, vale o instinto da preservação ou seja, devem mantê-las aplicadas em investimentos de renda fixa com bastante liquidez aproveitando o momento de juros altos.


Para aqueles que não as possuem (reservas financeiras), não resta outra alternativa senão cortar despesas, diminuir custos, evitar o endividamento, tentar aumentar a renda e se isso não for possível, ao menos preservá-la.

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